"O estomâgo embolou. A garganta travou. Sinto uma corrente elétrica passando por todo corpo. A cabeça repassa tudo que ocorreu, do incío ao quase fim. Sim, quase fim... não é lógico dizer que teve um fim, aquilo nunca terminou; dentro, fora, em toda atmosfera, contribui pra repensar à mil maneiras. Eu precisava vomitar tudo que guardei até hoje, mas não consigo. Você me toma todas as palavras apenas com um olhar. Me perco, me prendo, me policio, me paro."